A Polícia Civil e Penal da Paraíba, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar de Pernambuco, prendeu, na noite deste sábado (8), o companheiro da policial penal Edivânia Limeira da Silva, encontrada morta no mesmo dia, em Patos-PB.
O homem, de 38 anos, foi capturado por volta das 22h30 na cidade de Caetés (PE), em uma operação de inteligência que envolveu forças policiais dos dois estados.
Ele mantinha relação conjugal com a vítima e é apontado como principal suspeito do homicídio.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para a cidade de Patos, onde passou pelos procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça da Paraíba.
O crime
A policial penal Edivânia Limeira da Silva, natural da Bahia e residente em Patos, foi encontrada morta dentro de sua residência no bairro Jardim Magnólia, nas imediações do Posto Gipagel, no início da tarde de sábado (8).
De acordo com as informações iniciais, Edivânia foi assassinada por estrangulamento. No local, os policiais encontraram uma pichação com a inscrição “X9”, termo usado em facções criminosas para designar informantes.
A ausência de arrombamento na casa, o desligamento das câmeras de segurança e o comportamento tranquilo do cachorro da vítima, um pitbull, reforçaram a suspeita de que o autor do crime era alguém próximo e de confiança.
Investigação e desdobramentos
A Polícia Civil da Paraíba instaurou inquérito para apurar o crime e passou a investigar o companheiro da vítima como principal suspeito.
Com base em levantamentos de inteligência e troca de informações entre corporações, as forças policiais conseguiram localizar o homem no interior de Pernambuco.
A prisão ocorreu poucas horas após a confirmação da morte da policial penal, o que demonstra a ação rápida e integrada das instituições de segurança.
Comoção e repercussão
A morte de Edivânia provocou profunda comoção entre colegas, amigos e familiares, além de repercussão em todo o sistema penitenciário da Paraíba.
Servidores destacaram a trajetória de dedicação, ética e compromisso profissional da policial penal, reconhecida por seu trabalho exemplar na área.
O corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC) de Patos para os exames periciais.
As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil da Paraíba, com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias e motivações do crime.


