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Confira o ranking das melhores gestões do Cadastro Único e Bolsa Família da Paraíba com base no IGD-M de outubro de 2025

Levantamento do Sertão em Destaque, baseado nos dados oficiais do VIS DATA 3 – Beta (SAGICAD), revela desempenho dos municípios paraibanos na execução do Cadastro Único e do Bolsa Família

O portal Sertão em Destaque realizou um levantamento completo do Ranking do IGD-M da Paraíba 2025, utilizando exclusivamente os dados divulgados pelo VIS DATA 3 – Beta da Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único (SAGICAD), referentes ao mês de outubro de 2025.

O Índice de Gestão Descentralizada Municipal (IGD-M) mede a eficiência dos municípios na execução do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família, a partir de três eixos fundamentais:

  • TAFE – Taxa de Acompanhamento da Frequência Escolar;
  • TAAS – Taxa de Acompanhamento da Agenda de Saúde;
  • TAC – Taxa de Atualização Cadastral.

Esses indicadores compõem o Fator 1 – Operação, que reflete a qualidade da gestão municipal na atualização cadastral e no acompanhamento das condicionalidades. Um bom IGD-M significa maior repasse de recursos federais e melhor capacidade de atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade.


Top 10: Melhores IGD-M da Paraíba – Outubro de 2025

(Levantamento: Sertão em Destaque | Fonte: VIS DATA 3 – Beta / SAGICAD)

  1. Maturéia – 96,92
  2. Bernardino Batista – 96,80
  3. São José do Sabugi – 96,66
  4. Quixaba – 96,22
  5. Riachão – 95,98
  6. Areial – 95,81
  7. Caldas Brandão – 95,75
  8. São Bentinho – 95,72
  9. Gurjão – 95,69
  10. Salgado de São Félix – 95,68

Desempenho detalhado dos três melhores

1º lugar – Maturéia (96,92)

Líder do ranking, Maturéia demonstra equilíbrio entre todos os indicadores. Com 98,7% de atualização cadastral, o município alcança um dos maiores índices do estado, aliado a bons resultados em educação e saúde. A gestão se destaca pelo monitoramento constante das famílias e pela forte articulação intersetorial.

2º lugar – Bernardino Batista (96,80)

Bernardino Batista mantém desempenho elevado nas condicionalidades, com TAFE de 96,97% e TAAS de 97,6%. Os números evidenciam uma gestão estruturada, com fluxos eficientes entre Assistência Social, Saúde e Educação.

3º lugar – São José do Sabugi (96,66)

Com TAFE de 98,76% e atualização cadastral acima de 96%, São José do Sabugi aparece entre as três melhores gestões da Paraíba. O equilíbrio nos indicadores confirma o comprometimento municipal com a execução adequada do Cadastro Único e do Bolsa Família.


Piores 10: Menores IGD-M da Paraíba – Outubro de 2025

(Levantamento: Sertão em Destaque | Fonte: VIS DATA 3 – Beta / SAGICAD)

  1. Logradouro – 83,13
  2. Conde – 83,10
  3. Caaporã – 82,59
  4. Bayeux – 82,52
  5. Cacimbas – 82,52
  6. Jericó – 82,47
  7. Campina Grande – 82,25
  8. Mamanguape – 81,58
  9. João Pessoa – 76,68
  10. Cuitegi – 74,47

Desempenho detalhado dos três piores

Último lugar – Cuitegi (74,47)

Cuitegi apresenta o menor índice do ranking, influenciado principalmente pela baixíssima TAFE de 22,16%, comprometendo toda a performance do município. Apesar da boa atualização cadastral (96,14%), a falta de acompanhamento escolar é o principal ponto crítico.

222º lugar – João Pessoa (76,68)

A capital aparece em situação preocupante, com desempenhos abaixo do esperado em saúde e educação: TAFE de 62,37% e TAAS de 66,69%. Os indicadores revelam fragilidades na articulação intersetorial e afetam diretamente os repasses federais.

221º lugar – Mamanguape (81,58)

Mesmo com TAC de 94,67%, o município teve baixos acompanhamentos escolar e de saúde. A ausência de fluxos integrados comprometeu o indicador final, colocando Mamanguape entre as piores posições.


Importância do IGD-M para os municípios

Os dados mostram que o IGD-M é mais do que um indicador técnico:

  • Ele garante recursos financeiros adicionais para a gestão;
  • Indica o grau de eficiência do acompanhamento das famílias;
  • Influencia diretamente a qualidade do atendimento prestado pelos CRAS e equipes de Cadastro Único;
  • Revela a necessidade de articulação real entre Assistência Social, Saúde e Educação.

O levantamento reforça que municípios menores, quando organizados e integrados, podem alcançar índices superiores aos de cidades de grande porte.

CONFIRA O RANKING COMPLETO:

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