Os portais Metrópoles e Folha de S.Paulo trouxeram, nesta sexta-feira (15), graves denúncias contra o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Rachadinha em foco: chefe de gabinete sob investigação
Segundo o Metrópoles, a chefe de gabinete de Hugo Motta, Ivanadja Velloso Meira Lima, é ré em ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF). A investigação aponta um esquema de rachadinha: dez pessoas, entre funcionários atuais e antigos, assinaram procurações que concedem poderes “amplos e ilimitados” para que Ivanadja “saque salários e movimente valores bancários” em nome dos servidores. O total de remunerações dessas pessoas ultrapassa R$ 4,1 milhões desde 2011, ano em que Hugo Motta assumiu seu primeiro mandato federal Metrópoles+1.
Dentre os casos mais reveladores está o de Ary Gustavo Xavier Guedes Soares, motorista e caseiro da fazenda de Motta, que já recebeu mais de R$ 1,1 milhão como secretário parlamentar e assinou procuração permitindo tal movimentação apenas seis dias após ser nomeado Metrópoles.
Caseiro na Câmara: denuncias aponta irregularidade flagrante
A Folha de S.Paulo (reproduzida pelo Pleno.News) revelou que o referido caseiro, Ary Gustavo Soares, desempenha o papel de assessor no gabinete de Hugo Motta desde 2019, com salário de aproximadamente R$ 7,2 mil, além de auxílios. O cargo exige dedicação exclusiva de 40 horas semanais, o que levanta dúvidas sobre a compatibilidade com suas funções na fazenda Pleno NewsES HOJE.
A reportagem do Pleno.News em Serraria (PB) conclui que Ary atua efetivamente como caseiro da propriedade, contrariando as exigências legais para o cargo parlamentar ES HOJE.
Silêncio e repercussão
Nos dois casos, as reportagens afirmam que Hugo Motta e Ivanadja Velloso não se manifestaram até o momento MetrópolesPleno News.
Resumo dos pontos principais:
| Denúncia | Detalhes |
|---|---|
| Rachadinha | Ivanadja Velloso recebeu poderes para movimentar salários; R$ 4,1 mi total |
| Emprego irregular | Caseiro da fazenda atua como assessor e recebe salário público |
| Falta de resposta | Senhores não se pronunciaram sobre as acusações |
Diante dessas revelações, surgem questões centrais sobre transparência em gabinetes parlamentares, o uso de recursos públicos e o afastamento do cargo em caso de comprovação de práticas lesivas ao erário.
